F.U.E.- Follicular Unit Extraction

F.U.E. follicular unit extraction
Uma das mais recentes técnicas de Transplante Capilar é a F.U.E., descrita em 2003.
A técnica usa um instrumento chamado punch, que varia de 0,8 a 1 mm, e faz uma incisão no couro cabeludo, retirando unidade por unidade de cabelo em vez de tufos. Cada unidade folicular é extraída com todos os outros elementos que compõem a unidade anatômica, assegurando, assim, a perfeita transferência e maximização do crescimento. O cirurgião seleciona o material com instrumentos de precisão, uma equipe auxiliar examina e trata cada unidade e, após esse processo, os fios são transplantados.



A FUE é indicada:
Para qualquer caso de transplante capilar, mas existem situações nas quais a técnica é mais precisamente indicada. Por exemplo, pacientes que não aceitam incisões no couro cabeludo, pois utilizam o corte de cabelo muito curto, e nos casos em que, por cirurgias anteriores, o paciente não possui mais elasticidade no couro cabeludo. Pela sua precisão, pode ser usado em áreas doadoras exaustas ou para tirar pelos mais finos da região da nuca para área das sobrancelhas.

A maior desvantagem:
 É com relação ao rendimento, pois o número de fios é menor quando comparado com a retirada da faixa de couro cabeludo. O preço do tratamento também é elevado. O FUE exige equipamento adequado e equipe especializada, além de um cirurgião gabaritado. O tempo do procedimento chega a ser três vezes maior do que de outras técnicas. Como o material coletado tende a ser menor, isso dificulta o tratamento em áreas vastas.
Tudo isso envolve custos e a transparência entre paciente e cirurgião é essencial para os bons resultados de acordo com as expectativas. Somente um profissional de boa formação e ético pode dar certeza na indicação da FUE para a recuperação da calvície.
 
 
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Consulta

Dr. Ricardo Lemos
Depois de estabelecida a causa da perda de cabelo, o médico capacitado poderá propor o melhor tratamento para cada pessoa, adequando suas expectativas com o que a medicina oferece. O planejamento leva em conta fatores como densidade de fios da área doadora, coloração, textura e forma do cabelo, evolução e estado da área calva, histórico familiar, idade do paciente, cirurgias de transplante capilar anteriores, assim como o estilo do penteado.

O bom senso e a experiência do profissional complementam a decisão cirúrgica. Existem decisões sobre a técnica, necessidade de uma segunda cirurgia e resultados finais que devem ser discutidos abertamente entre médico e paciente.

Quando o suprimento sanguíneo e a elasticidade do tecido estão intactos, ou seja, nunca foi feito nenhum outro tipo de transplante capilar no local, os enxertos podem ser colocados facilmente, mais próximos e de forma mais segura, garantindo um prognóstico estético favorável ao paciente. Em áreas já operadas anteriormente, há cicatrizes que podem dificultar um novo procedimento no mesmo local, já que a elasticidade e o suprimento sanguíneo nessas áreas estão alterados.

Com o crescente aprimoramento técnico, aliado as pesquisas clínicas, o número de transplantes de alta densidade vem aumentando nos últimos anos. Sabendo que a média de unidades foliculares/cm2, na raça branca, oscila de 70 a 100 UFs/cm2, e que 50% desse número dá aparência de alta densidade e naturalidade, podemos considerar cirurgias com densidades de 35 a 50 UFs/cm2 como a nossa meta.  

A limitação é a área doadora e a quantidade de fios produzidos. Por exemplo, se estamos tratando uma área calva de 120 cm² e retiramos uma faixa de 30 cm² (ex: 20 x 1,5 cm), com média de 100 UFs/cm², teremos um total de 3000 UFs e, portanto, nunca atingiremos 35/40 UFs/cm² de densidade na área a ser tratada. Precisamos distribuir mais os enxertos para cobrir a área de 120 cm² e indicar uma segunda sessão no futuro, para aumentar a densidade. Como regra geral, principalmente em calvícies maiores, devemos obter a cobertura dos 2/3 anteriores, com boa densidade e naturalidade, em vez de cobrir toda a área com menor densidade. 

Uma segunda sessão pode acontecer com o objetivo do aumento da densidade e do volume dos cabelos. Outro motivo para uma segunda sessão é a progressão da área de calvície. Mesmo nos casos de alta densidade, obtida na primeira cirurgia, podemos no segundo procedimento intercalar enxertos entre os anteriormente colocados, dando mais volume e naturalidade.

Outro ponto importante, dependendo do padrão da calvície, é a reconstrução da linha anterior de implantação capilar. Além de ser a moldura da face, essa tem características próprias que devem ser artisticamente reproduzidas. Em primeiro lugar, ela não é uma linha abrupta, mas uma zona de transição irregular de 1 a 1,5cm de largura, composta por unidades foliculares mais delicadas, em sua maioria contendo apenas 1 fio e com angulações específicas e diferentes. É uma zona que sempre merece atenção e traz refinamentos quando uma segunda sessão é indicada para a obtenção de resultados naturais.

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Dr. Ricardo Lemos

 Clínica Natural Hair - Dr. Ricardo Lemos

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