Tratamento Clínico

Clínica Natural Hair - Dr. Ricardo Lemos
A calvície (alopecia androgenética) é um fenômeno relativamente comum, estudado há algumas décadas e que requer amplo conhecimento sobre como se origina, desenvolve e os tratamentos existentes. Mesmo que o resultado final almejado seja estético e relacionado com o convívio e bem-estar pessoal, o tratamento da calvície é um procedimento clínico. Por isso, precisa ser realizado por profissional habilitado. O paciente necessita ter conhecimento sobre os tratamentos que pode utilizar, como o laser de baixa densidade e medicações.

 
Medicamentos

A terapia farmacológica para o tratamento da alopecia androgenética requer um entendimento do mecanismo da perda de cabelo. A dihidrotestosterona (DHT) convertida da testosterona por meio da enzima 5-alfa-redutase causa miniaturização dos folículos pilosos, causando cabelos finos, curtos e não pigmentados. Há duas formas para reverter ou inibir a miniaturização da alopecia androgenética. Podemos ter uma substância que estimula diretamente o crescimento do folículo ou que remove a dihidrotestosterona e impulsiona indiretamente o crescimento.
No primeiro caso, temos a solução tópica de minoxidil, usada inicialmente, sistemicamente, para tratamento da hipertensão. A vasodilatação não parece ser o mecanismo de estimulação do crescimento endotelial (VEGF), porém, ativa a prostaglandina endoperoxidase.
O mecanismo de ativação das prostaglandinas envolvidas no crescimento dos cabelos ainda não está claro, porém, esta pode ser uma explicação para a eficiência do minoxidil. O uso do minoxidil a 5% é muito seguro. O efeito colateral mais comum é a irritação do couro cabeludo em 5% dos casos. O seu efeito passa a ser visível a partir de 3 a 4 meses e, se o tratamento é interrompido, a perda de cabelo reaparece.
No segundo caso, temos a finasterida, que é um modulador hormonal que compete com a 5-alfa-redutase, enzima responsável pela transformação da testosterona em dihidrotestosterona. Sendo assim, os níveis baixos de DHT inibem a queda capilar (promovem uma redução maior que 60%). Estudos realizados ao longo de 5 anos mostram que a incidência dos efeitos colaterais de diminuição da libido e disfunção erétil foi de 0,3%. O tratamento consiste em 1 mg de finasterida ingerido diariamente. Podemos utilizar o tratamento clínico isoladamente ou associá-lo ao transplante capilar para melhorar seu resultado ou adiar a necessidade de uma segunda etapa do procedimento.

 
Laser

Ao longo das últimas décadas, o laser de baixa potência vem sendo utilizado no tratamento de processos inflamatórios da pele e em feridas de difícil cicatrização.
A ideia da utilização do laser para o tratamento da calvície nasceu da observação do crescimento e engrossamento de pelos nas áreas de aplicação. Esse fenômeno, chamado de fotobioestimulação, aumenta o metabolismo celular, elevando taxas de divisão celular e síntese proteica, o que acarreta o crescimento dos pelos.
O laser de baixa potência utilizado para o tratamento da queda de cabelos é o DIODO com comprimento de onda de 655 nanômetros (Nm). É um laser frio, que não provoca aquecimento no couro cabeludo e, pela baixa potência, não tem efeito carcinogênico. Desde janeiro de 2007, a FDA liberou o uso do laser de baixa intensidade como tratamento coadjuvante da calvície. Seu uso tem se dado principalmente por meio de escovas a laser com três aplicações semanais de 15 minutos.
 
O tratamento cirúrgico é o #transplante folicular com fio longo, especialidade da Clínica Natural Hair.

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